2 de junho de 2014

Dia da Criança, ou melhor, fim-de-semana

Fim de semana quase, a esbarrar quase no perfeito. Passei tempo de qualidade com os miúdos, o que nem sempre e possível quando se fica mais por casa. Claro, em casa nada fiz!
Manhã de sábado: levei os gémeos à canoagem e levei o Mini para apanhar ar. Como ele se porta bem no exterior. Ocupou o tempo entre tirar as coisas de dentro do seu saco, tentar comer folhas, morder o meu telemóvel e gatinhar para longe da mãe (se bem que o longe dele fica à distância de um braço esticado).
 

 




Depois de um breve almoço, fui com os gémeos e o Afonso até às comemorações do Dia da Criança, ao lado do rio Homem. Aquele espaço está muito bem, muito agradável, perto do rio e à sombra dos pinheiros. Atividades e diversão também não faltaram. Os príncipes divertiram-se à grande. Todos encontraram amigos da escola, o que fez o tempo passar muito melhor.
Tinham insufláveis:
 


 
prova de obstáculos:
 



 
golfe:




 
 
matraquilhos humanos:
 


 E, muitas outras atividades, em algumas participaram, noutras não. O Afonso é que ama os insufláveis e salta, voa,... até tenho medo que se parta todo.
 

 
Havia palhaço a fazer balões, e o muito que o Afonso queria um balão, mas aproximar-se do palhaço nem pensar! Ainda fez 2 tentativas, mas chegou perto e desistiu...
 
 
 
Umas horas bem passadas, em que todos vieram felizes. (O Afonso amuou um pouco porque queria ficar mais)

Depois, voltei a casa, num instante, para ir buscar o príncipe mais velho que tinha uma festa de anos de um amigo e, com os gémeos e o Afonso fomos tomar café com uma amiga a Braga. Divertiram-se imenso com o cão dela, o Kinder. Na despedida, de novo amuo do Afonso, que queria levar o cão por alguns dias para nossa casa. Começa a ser difícil gerir estes amuos do Afonso.
 
Domingo (Dia da Criança): de manhã, os gémeos foram com o pai a Braga buscar a prenda do Dia da Criança - cartas dos Pokémon, para os gémeos e o Afonso. O príncipe mais velho preferiu o dinheiro.
 
 
À tarde, rumámos ao complexo das piscinas, onde havia as comemorações alusivas ao dia.
 
 
 
De novo insufláveis e o Afonso, esse aproveitou bem. Os gémeos, encontraram logo uns amigos e também foram para os insufláveis.
 


 


 
Mais tarde pediram-me para ir para os campos de ténis, com os amigos, que acabaram por não ir. Lá foram tentar dar umas tacadas na bola.
 
 

 
O Afonso, a ver os irmãos, aproveitou para brincar com as suas novas cartas. Ali no fresquinho dos pinheiros, com vista para a Serra do Gerês. Que paisagem!
 

 
Mais tarde os gémeos quiseram ir para a piscina, mas alguns minutos depois, de ar carrancudo voltaram para ao pé de mim. Tinha-me esquecido dos óculos e sem óculos, em especial o Tiago, não queriam ir para a piscina. Juro que não entendo! O antigo professor de natação deles ainda se disponibilizou para lhes emprestar uns, mas o Tiago não cedeu no seu amuo (há sempre um amuado! Ontem, foi o dia do Tiago.) O João aproveitou o professor para ir com ele jogar badminton.
 
Decidiram voltar aos insufláveis, se bem que o Tiago já queria ir para a piscina (alguém o entende??!!!). Preparados, descalços e à espera de vez para saltarem no insuflável, umas miúdas saem a correr do insuflável, aos saltos, e o Tiago que estava sentado à ponta do mesmo, só o vejo a voar e aterrar no chão. Chorou, mas num choro quase silencioso, ferido e envergonhado. A miúda pediu desculpa, mas o Tiago não estava nos seus dias. Já não quis ir para o insuflável. Então, decidi que quando os irmãos saíssem do insuflável voltaríamos a casa. Pois, quando os irmãos saíram o Tiago queria ir para os insufláveis. Não cedi. Estava farta de amuos e de queixas. O Tiago chorou todo o caminho até casa...
 
 
Terminei o dia a fazer salames, eles ajudaram ao partirem a bolacha (gémeos e, para que hoje levassem para a escola.
 
 
 
 

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